Precisamos falar sobre feijões
Em algum momento da vida, utilizamos um método independente da nossa profissão a seguir, esse método é o processo Criativo. Esse processo pode ser executado na sua casa, no dia a dia, no trabalho com o motivo; sair do rotineiro, quem busca sair dos padrões, inovar e criar algo único, novo e origina com um objetivo a ser alcançado. Nesse texto, associaremos o processo criativo com o famoso experimento do feijão, feito por muitos no início da sua vida acadêmica nas escolas.
Para o processo criativo precisa ter algumas qualificações
como: inteligência, emoção e imaginação criativa. Todas as pessoas nascem com
essas qualidades, porém é preciso exercita-las e acreditar e que é capaz,
pensar diferente do básico, ver além do que se vê. Nesse processo existem três
pilares fundamentais, a preparação e a captação dos elementos; geração de
ideias e soluções; execução e concretização de ideias.
Com a ausência de um desses, a probabilidade do processo falhar aumenta
consideravelmente.
O primeiro passo se refere a identificarmos o que é a base
essencial para obtenção do objetivo a
ser cumprido, o segundo é onde selecionamos os meios para obtenção do objetivo,
quais regras e o que definitivamente fazer e na última etapa depois de
estabelecer as diretrizes, é hora de fazer acontecer.
Após essas etapas e termos quase tudo para sermos perfeitos
Criativistas, vamos falar do nosso projeto “germinação”. O feijão como toda
planta necessita de 4 fatores biológicos para fecundarem, sendo eles: a água, a
luz, os nutrientes e o oxigênio. Com a
ausência de apenas um desses, a probabilidade do experimento falhar aumenta
consideravelmente.
Biologicamente explicando, para iniciar o processo
embrionário do feijão, precisa primeiro romper a casca do feijão, assim permite
a entrada de oxigênio e para que esse rompimento ocorra é necessário a umidade,
feito isso entra a vez da água, que ativou os processos metabólicos. A
sementinha já está se nutrindo de água e sais minerais. Passa uns dias, e ela
decide mostrar suas folhas, e com a
fotossíntese busca outra forma de se nutrir. Até ai tudo certinho como
aprendemos no primário com nossa “tia da ciência”. Mas como relacionar o processo criativo com
o feijão?
Observando bem, não é difícil. Se analisarmos existem vários
fatores comuns entre eles, o primeiro é a ordem das necessidades para
progredir, sem um ambiente apto para essa evolução não atingimos o objetivo.
Associa o primeiro pilar da Criatividade com o meio onde se planta o feijão, que
é sua base essencial. Com uma base errada o feijão não cresce, imagine que
ponho ele imerso apenas em um copo de água, em um local sem luminosidade...
morrerá. Imagine que ao desenvolvermos um projeto, escolhemos os elementos
errados... morrerá.
Segundo pilar, associa que para obter o objetivo, é preciso cuidar
para que não haja ameaças externas, ter em mente os meios que ele precisa (água,
luz, oxigênio) tudo moderadamente, todo dia. Se não temos responsabilidade com
o projeto e utilizarmos os meios certos para este, nunca alcançaremos o
objetivo por mais que a ideia seja a melhor.
Por fim a terceira etapa, nada mais é que em relação ao
feijão, temos que transporta-lo, depois de crescido, para a terra e esperar que
venham os frutos. No processo criativo, devemos por a ideia em papeis e começar
a realiza-la fisicamente, e com o tempo ganhará seus resultados esperados.
O que aprendemos em resumo é que você tem que ter a
ideia(grão) estuda-la, ter o material certo(ambiente) , e trabalhar nela, exercita-la
diariamente(cuidados á semente), desse modo conseguirá atingir sua meta (ganhar frutos) e concretizar seu planejamento.

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