Segundo o pesquisador
Kevin Ashton, a criatividade não é um fator inerente à personalidade exclusiva
de alguns indivíduos em inovar, e em sua concepção a criatividade deve ser
desmistificada de seu aspecto relacionado puramente a inspiração e talento. O
autor do texto “O mito”, sintetiza sua opinião a partir da frase: “criar não é
magia, é trabalho”.
Ao meu ver, todos são
portadores da capacidade criativa, o que diverge entre os que exercem a
criatividade de modo mais intenso e espontâneo, de quem não se reconhece como
alguém criativo, reside nas restrições sofridas ao longo da vida, para que as
ideias e expressões particulares fossem moldadas de modo a encaixar-se no ideal
da população em que o indivíduo se encontra.
É necessário levar em
consideração as múltiplas inteligências que fazem parte da sociedade, e que
nesse aspecto a criatividade é diversificada conforme a área de conhecimento de
cada pessoa. Além disso, a criatividade é realizada em atos simples, porém
práticos e eficazes que desempenham papel fundamental sob a ótica não só da
criação, mas também da adaptação de uma ideia.
Portanto, o
desenvolvimento da criatividade consiste em distanciar-se do senso comum, e se
dá por meio de estímulos e do trabalho contínuo, voltada principalmente para a
inovação.
Júlia Machado
Nenhum comentário:
Postar um comentário