Criar é um processo exaustivo e enfadonho. A magia,
no que se diz respeito a criação ao menos, é um mito, uma mentira criada pra desmerecer
o trabalho por trás do processo. É talvez um “dom” que todos queiram ter, pois
o conceito de horas, dias ou anos de trabalho para se dar vida a suas ideias
não é tão agradável quanto recebê-las prontas e lapidadas em uma só noite.
De acordo com o autor Kevin Ashton, o mito de que as ideias surgiam prontas e completas como uma epifania para os criadores em momentos diversos, o chamado mito da criação, foi acreditada por muitos por um longo período de tempo – e talvez ainda seja até os dias de hoje.
No entanto, aqueles que batalham diariamente para unir os fragmentos de pensamentos que lhes surgem e transforma-los em uma ideia completa e viável, seja ao escrever um livro, um roteiro, ou até mesmo redigir um texto de duzentas palavras, compreendem e por consequência destroem essa ideia ilusória da simplicidade do processo criativo.
A criação exige comprometimento, suor e vem acompanhado de desapontamentos. Criar não é um dom com o qual se nasce, é uma habilidade que precisa ser desenvolvida e aperfeiçoada com, de fato, muito trabalho.
De acordo com o autor Kevin Ashton, o mito de que as ideias surgiam prontas e completas como uma epifania para os criadores em momentos diversos, o chamado mito da criação, foi acreditada por muitos por um longo período de tempo – e talvez ainda seja até os dias de hoje.
No entanto, aqueles que batalham diariamente para unir os fragmentos de pensamentos que lhes surgem e transforma-los em uma ideia completa e viável, seja ao escrever um livro, um roteiro, ou até mesmo redigir um texto de duzentas palavras, compreendem e por consequência destroem essa ideia ilusória da simplicidade do processo criativo.
A criação exige comprometimento, suor e vem acompanhado de desapontamentos. Criar não é um dom com o qual se nasce, é uma habilidade que precisa ser desenvolvida e aperfeiçoada com, de fato, muito trabalho.
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