15.3.17

Uma carta supostamente de Mozart, que após anos foi descoberta que era falsa, dizia que ele fazia suas sinfonias e concertos quando estava de bom humor e sozinho, as ideias fluíam automaticamente em sua mente, e depois só precisava passar para o papel.
As verdadeiras cartas de Mozart revelaram que ele era muito talentoso. Fazia esboço de suas composições, revisava sempre e muitas vezes não gostava. Ele só trabalhava com um piano ou um cravo, quando cansava, deixava seu trabalho de lado e depois voltava para ele. Sempre avaliava o que escrevia e pensava muito. Seu trabalho consistia em trabalho, apenas nisso.
O mito nasceu após ser concluído que as inovações chegam até nos por milagre através do gênio. o mesmo moldou como entendemos a criação desde quando começamos a pensar sobre ela. Antes pensava que nada podia ser criado, apenas descoberto. Depois, foi pensado que a criação era possível, mas só através da divindade e para aqueles que tiveram inspiração divina. Mais tarde, fomos considerados capaz de criar, mas era preciso ser grandes homens.
O mito da criatividade diz que só poucos e raros indivíduos podem ser criativos e que criar tem mais haver com magia do que trabalho. Mas, o mito está errado! No começo, Quando você luta para executar suas ideias, as pessoas ficam irritadas e depois de muito trabalho, quando se é conseguido um pequeno sucesso, elas esquecem que a ideia é sua. Quando se trabalha mais e mais, e consegue um grande sucesso com uma ideia de criação, finalmente você é reconhecido. Nada disso foi magia, tudo veio através de esforço e trabalho.
Todo mundo pode criar, o que é desafiador é que não existe a magia que o mito nos faz acreditar. Todos o criadores passaram muito tempo estudando, revendo, fracassando, refazendo, sendo rejeitados, até acertarem e terem o devido sucesso. Mas só se alcança o sucesso da criação, após o trabalho.

Lucas dos Santos coelho

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