Kevin Ashton mostra em sua obra "A história da criatividade" , acima de tudo, que não existem truques, atalhos ou esquemas para ficar criativo rapidamente e que a criatividade é mais o resultado de pequenos passos do que de enormes saltos feitos em segundos. Não é algo feito do dia para a noite, ao contrário do que muitos pensam. Ele nos mostra que para ser gênio é necessário muito trabalho, mas que todos somos criativos e que a faísca da criação pode acender-se em qualquer pessoa.
Criar é algo comum. É como respirar.
Não há momento de magia, há trabalho, acertos, erros, mais acertos e mais erros, dúvida e rejeição até que se consiga realizar algo novo e útil.
O processo criativo é lento, complexo, espinhento e repleto de falhas, frustrações, recomeços e que não conta muito com a ajuda da famosa sorte.
O homem já tem o que é preciso para ser criativo: tem experiências que continuamente são somadas a outras e capacidade, devido a formação de seu corpo físico, mental e emocional.
A criatividade só vai ser desenvolvida se for praticada. O ser que vive somente das ideias das outras pessoas por preguiça de pensar e por comodismo tem sua habilidade natural prejudicada, mesmo que todas as condições sejam favoráveis ao seu desenvolvimento.
Com isso, podemos afirmar com completa certeza que sem esforço, paciência e perseverança o sucesso nunca chegará aos nossos pés. Precisamos de foco, atitude, determinação e, acima de tudo, força de vontade para atingirmos a inovação.
Manuella Magalhães
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